Cris sempre foi a rainha não coroada do submundo gótico da Cidade do Sol. Bela, dominadora e fascinada pelo oculto, ela não vê limites entre o prazer e a dor, o sagrado e o profano. Para ela e seu grupo, a "Seita", a noite de sexta-feira seria apenas mais uma iniciação estética num cemitério antigo, facilitada por Brany, seu namorado submisso e filho do coveiro local.
Mas o que deveria ser um teatro de sombras e luxúria torna-se terrivelmente real quando o casal decide profanar uma cripta selada desde 1897. Entre o mármore frio e o desejo febril, Cris invoca algo que não pode controlar. O que habita a escuridão daquele túmulo não quer apenas adoração; quer carne, sangue e um pagamento por um orgasmo interrompido.
Sexo Oculto é uma descida vertiginosa ao horror erótico, onde a linha entre uma deusa encarnada e um demônio faminto é rompida pelo mais fatal dos pecados: a falha em satisfazer.