É esperado que os analistas tenham sempre certos sentimentos e pensamentos subjetivos sobre os seus pacientes. Esses sentimentos, por vezes, podem até ser sentimentos amorosos ou sexuais que surgem durante o curso da psicoterapia. Esses sentimentos sexuais e amorosos têm sido denominados contratransferência erótica. Este livro explora o significado e a manifestação da contratransferência erótica, particularmente no contexto do tratamento psicanalítico. Esses sentimentos difíceis e complexos podem ter várias origens, que serão examinadas e analisadas. Os analistas recebem então sugestões sobre como lidar de forma mais eficaz e ética com a sua própria contratransferência erótica dentro da relação terapêutica.